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Como entrar no mercado de trabalho .NET depois da faculdade

Me perguntaram como entrar no mercado de trabalho depois da faculdade e resolvi publicar a conversa

Posted in Carreira, Dicas

Recebi a alguns dias atrás um e-mail do Douglas Cardoso, 20 anos, recém formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. No e-mail ele faz algumas perguntas sobre como começar a trabalhar com programação, como é o mercado de trabalho (quantidade de vagas de emprego) e que tipo de conhecimento ele deve ter. Como acho que tem muita gente com essa dúvida eu perguntei a ele se poderia colar nossa conversa aqui.

Eis a pergunta do Douglas:

Fala Davidson, então, eu me formei agora em analise e desenvolvimento de sistemas, tenho 20 anos, e decidi seguir com programação, irei começar a fazer um curso de formação .NET na K19, tenho base C#, e ASP, é o que faculdade me proporcionou, e agora vou fazer esse curso para dar uma especializada, estou fazendo inglês também porque é extremamente necessário, até porque quero tirar minhas certificações, eu tenho algumas dúvidas que acho que é normal, se der para você me responder ficaria muito grato!

  1. Eu consigo entrar no mercado como programador C#, ASP.NET júnior (já desenvolvi, um site de uma loja virtual em ASP.NET e um sistema de pizzaria em C#)?
  2. Eu moro em Extrema - MG, mas estarei mudando para SP, em busca de mercado, o mercado para essa área é boa?
  3. Estou perdidaço, após eu estar fluente em inglês, e bons conhecimentos na linguagem, como faz a certificação? A inscrição, o local da prova, etc.

Muito obrigado se der para me responder! Sou um novato e tô com mil duvidas na minha cabeça haha.

Eis minha resposta:

Grande Douglas, tudo bem? Vamos por partes:

  1. Sim, você consegue entrar como junior. Até porque você precisa começar por algum lugar.
  2. Sim, o mercado de SP é muito bom. Mas também pense no Sul do país, eles tem melhor qualidade de vida.
  3. Sobre a certificação eu recomendo você ter pelo menos 2 anos de experiência de mercado. Não que, por exemplo, vai cair na prova aquele arquivo que você fez pro Banco do Brasil. Mas esses 2 anos vão te ajudar a amadurecer a tecnologia na tua cabeça. Você pode fazer a inscrição no site da Prometric e pagar uma graninha. Da última vez que eu marquei uma prova tava 100 dólares.

O que você pode fazer hoje?

  • Ganhar experiência de mercado - cometa erros agora, mas aprenda com eles
  • Aprenda a lidar com as pessoas - vai ajudar no futuro
  • Sempre ajude - exceto quando você realmente não pode
  • Aprenda que o código não te pertence - alguém vai mexer e mudar tudo, mas não se importe (se estiver funcionando)
  • Estude e se atualize sempre, mesmo que você não possa colocar em prática
  • Tenha vida social (facebook não conta)

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A importância de selecionar um bom programador .NET

Com um bom programador no time você pode evitar estresse em projetos de qualquer tamanho

Posted in Carreira, Dicas, ASP.NET

Antes de mais nada, contexto: Vou chamar o setor onde trabalho de hub já que todas as tarefas de criação e publicação de sites é centralizada no meu escritório. No caso de publicação nós temos 2 alternativas: Fazemos um teste rápido antes de publicar ou testamos com mais cuidado e fazemos revisão de código antes de mandarmos pra produção. Isso depende do cliente.

Pois bem. Alguns dias atrás recebemos no hub um pedido para publicar um site. Disseram que não precisávamos testar e que era só jogar online. Assim o fiz. O problema é que o site começou a gerar erro de permissão de pasta. Fiz as devidas correções e o problema foi resolvido.

Eu juro que me deu vontade de xingar até a 5ª geração do cara que programou o site. Ele cometeu erros básicos como colocar os arquivos de dados (neste caso XML) fora de App_Data, colocou as tags do XML sem padrão (algumas tinham maiúsculas, outras não) e passou bem longe de reusar o código. Sim, ele criou o mesmo método várias vezes para fazer a mesma coisa. Só que em páginas diferentes.

Para evitar que outras pessoas façam isso eu vou botar 3 dicas rápidas. Guardem no coração de vocês:

  1. Use App_Data para salvar arquivos – Não importa que tipo de arquivos você vai colocar lá dentro, seja XML ou até mesmo um banco de dados SQL. Esta pasta tem nativamente permissões para leitura e escrita. Pode ser que localmente aquela pasta chamada “DB” na raiz do site funcione, mas isso não garante que funcionará em produção. Já App_Data é garantido.
  2. XML é case sensitive – Tem muita gente que não sabe disso porque só usa letras minúsculas quando está criando os nodes no XML. Mas é case sensitive sim, pode fazer o teste.
  3. Reuse seu código – Parece piada mas tem muita gente no mercado que cria aquele método “SalvaArquivo” várias vezes em vários lugares diferentes e, pra piorar, fazendo a mesma coisa. Se o método vai ser usado em vários lugares é bom criar em um lugar centralizado para facilitar a manutenção.

Só frisando: Isso foi em um projeto ASP.NET com Web Forms.

Não sei a história dele ou do projeto. Mas se formos pensar um pouco além do código chegamos a conclusão de que ele foi mal escalado para o projeto pois, saibam vocês, é um site grande de uma marca exposta internacionalmente. Claro que ele deve estar feliz de colocar no currículo que fez um site grande. Só que nós do hub sabemos que o cara é bem mediano e que deve ter achado algum site com dicas de entrevista de emprego pra poder conseguir a vaga. Mas nada que um treinamento e um pouco de dedicação nos estudos não resolvam.

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Por que escolhi trabalhar com ASP.NET?

Não tem detalhes técnicos da tecnologia e nem comparativos. É mais uma opinião pessoal mesmo.

Posted in Carreira, Dicas, Tecnologia, ASP.NET

Acho que já está mais do que claro que eu sou focado nas tecnologias Microsoft e, sendo mais específico, em ASP.NET. Como muita gente me pergunta porque segui este caminho resolvi criar um artigo contando mais ou menos o que aconteceu para eu chegar no combo ASP.NET / C#. Ah sim, é bom adiantar que não vou entrar em detalhes técnicos neste texto.

Tudo começou lá pelo ano 2000, quando estava terminando o segundo grau técnico. Na época eu estava estudando Delphi e Visual Basic (VB) enquanto era muito curioso com relação a web. Nada de servidores ou rede e sim como as páginas funcionavam. Porém, o que eu sabia de web na época era o básico de HTML, zero de Javascript e menos ainda de CSS. Se falarmos de linguagem de servidor eu citaria o CGI mas só porque um colega de classe enchia o saco falando que ele fez um formulário de contato, formulário de cadastro e por aí vai. Enquanto isso eu tinha um site com 5 páginas no HPG.

Só fui perceber que a web seria algo que teria mercado bem no final do curso. E o caminho natural foi o ASP clássico já que eu sabia VB. Veja bem: Eu gostava mais de Delphi do que de VB. Descontando o fato de ter sido apresentado antes para o ASP do que para o PHP, o que me ajudou nessa migração foi o finado Front Page 2000. Na época bastava ter um banco de dados Access que ele o leria e criaria o formulário para, depois, só precisar de uma customização básica. Algo que o ASP.NET MVC tem hoje e a Microsoft chama de scaffolding.

Daí eu resolvi investir: Comprei um livro de ASP 3 (era esse mesmo do link!!). Apesar de não ter avançado tanto quanto gostaria eu tive uma boa noção de quão ruim era o ASP. E juro que desanimei depois de um tempo. Nem tanto pela qualidade duvidosa do ASP 3 (quem se lembra do erro “Parâmetros insuficientes. Eram esperados 1"?), mas pela péssima qualidade do mercado de desenvolvimento web em Vitória. Naquela época eu me sentia muito confortável por lá. Não me via saindo da casa da minha mãe e indo pra São Paulo, por exemplo. Ou até mesmo pra outro país. E foi justamente nesse período sabático de programação que saiu o .NET Framework.

Já na Polônia, em 2006, eu comecei a me reciclar e percebi que tinha que aprender muito mais do que eu achava que deveria: ASP.NET, AJAX, C#, HTML avançado, CSS e por aí vai.

Não foi fácil.

Só que a partir daí o caminho foi mais natural e a Microsoft ajudou bastante com isso. Para quem não sabe ela facilita muito na hora de se começar a desenvolver um projeto. As opções que o Visual Studio tem para um projeto web, por exemplo, são bem variadas. E boa parte das bibliotecas Javascript necessárias já são copiadas por padrão durante a criação do projeto. Some isso ao fato do Visual Studio ter o Nuget facilitando na hora de adicionar novas bibliotecas.

Sem falar do próprio .NET Framework que já existe em todas as máquinas que rodam Windows.

Em 2012 eu tirei meu MCT e passei 6 meses dando aula em São Paulo. Tive a oportunidade de conhecer gente de vários níveis – básico a avançado – que trabalhavam nas mais variadas tecnologias. Foi ótimo pois me deu uma boa visão de como anda o mercado ASP.NET no Brasil: Paga bem, mas tem que conhecer várias tecnologias diferentes. O mínimo que um programador ASP.NET normalmente tem que saber é: ASP.NET/C#, Web Forms/MVC, Javascript, CSS, SQL Server. Variando de básico pra avançado, além de ter conhecimento teórico e prático.

Enfim... É bom deixar claro que não estou dizendo que ASP.NET é melhor do que o que existe por aí. ASP.NET é melhor pra mim pois ela quem valorizou meu currículo, além de pagar minhas contas no fim do mês.

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Private cloud: A evolução da computação nas nuvens

A Microsoft está lançando novas certificações para esta nova tecnologia!

Posted in Carreira, Notícias, Certificações Microsoft, Computação em nuvem

Eu já falei do Windows Azure aqui (em inglês). Mas pra simplificar a idéia do Azure: É uma solução de computação nas nuvens e uma das suas vantagens é escalar os projetos de acordo com a necessidade das empresas. Como algumas empresas não se sentiriam confortáveis enviando dados para os servidores da Microsoft ela criou o conceito de Private Cloud.

Uma solução Private Cloud, que é feita no Windows Server usando a tecnologia System Center transforma sua própria infra em uma nuvem interna. Isso faz com que a manutenção e desenvolvimento de soluções seja simplificado, diminuindo os custos enquanto se aumenta a agilidade e o poder de processamento.

Com isso em mente tudo o que a gente precisa é uma equipe qualificada para fazer isso.

Pois bem, a Microsoft sabe que o mercado precisa de gente qualificada pra isso e sempre ofereceu treinamentos e certificações para que os desenvolvedores e profissionais de TI possam desenvolver e validar suas habilidades. E agora temos uma certificação de Private Cloud!

A certificação de Private Cloud vai estar disponível como beta em abril e tem como fundação as certificações de Windows Server 2008 que temos hoje mais as certificações de System Center 2012 (ainda em beta).

Comece hoje dando uma olhadinha na página da certificação de Private Cloud. Lá é um ótimo lugar para começar. Você também pode se inscrever para o Private Cloud Jumpstart course que está vindo aí.

Tá na hora de se mexer. Certeza que vai ter muito trampo relacionado a isso em um futuro próximo.

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Se você é um trabalhador mediano, seu salário também é mediano. E você vai ser demitido!

País crescendo e muitas vagas de emprego. Mas como anda a qualidade do seu trabalho?

Posted in Carreira, Dicas

Hoje, com mundo globalizado, vemos o quão rápido as coisas mudam. Infelizmente para alguns a maneira como o trabalho é feito também está mudando.

Conheço algumas pessoas que acham que trabalhar de 8 horas por dia fazendo um trabalho mediano vai garantir estabilidade no setor privado. O problema é que, além deles serem os primeiros a serem demitidos quando a empresa precisa cortar pessoal, eles nunca crescem profissionalmente.

Sem contar com o pessoal que pensa que deve fazer pouco por que o chefe paga pouco, o que beira a irresponsabilidade e a falta de profissionalismo.

Essas pessoas esquecem que sempre existe alguém que tem as suas mesmas qualificações e faz a mesma coisa que você, só que mais barato. E isso vai fazer com que você perca espaço no mercado ou abaixar o seu próprio valor.

Logo, você tem que ser mais qualificado. A não ser que você passe a cobrar mais barato do que os outros. Quem é de TI sabe que isso acontece com os famosos “sobrinhos” (tipo o sobrinho do açougueiro, que sabe fazer site e cobra mais barato).

Eu já mencionei aqui no blog como tirar uma certificação Microsoft e até o motivo dela ser importante no mercado de trabalho. Mas não se pode limitar a isso. Qualquer curso ou certificação que possa ser usado na sua área vale a pena.

Sabe por quê?

Porque, como disse Seth Godin, se você é diferente de alguma forma e se fez único, as pessoas vão te achar e pagar mais.

Inspirado no artigo que li no Business Insider.

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5 coisas produtivas que você pode fazer enquanto procura emprego

Está procurando trabalho e tem um monte de tempo de sobra? Saiba o que fazer para não perder a sanidade

Posted in Carreira

Todo mundo está sabendo da crise europeia, seja pela TV, internet ou por parentes e amigos morando em algum dos países afetados. Aqui na República Tcheca a coisa não está tão diferente. E isso acabou me inspirando a fazer uma lista de coisas a se fazer enquanto se procura emprego.

Vamos aos items:

  1. Reestruturar o currículo: Muitas pessoas sequer encostam no currículo quando estão no mercado de trabalho. Outras simplesmente o deixam com um visual muito estranho. Saiba que muitos head-hunters ignoram os currículos mal estruturados ou sem padrão (tipos de letras ou tamanhos diferentes). Se este é o seu caso é melhor aproveitar o tempo livre e organizar o currículo antes de começar a espalhá-lo por aí. Aproveite e tire o número dos documentos e endereço de lá já.
  2. Fazer cursos e/ou tirar certificações: O tempo que você passa zanzando em casa pode muito bem ser usado para fazer algum curso ou tirar alguma certificação de sua área. Eu até já falei de como tirar uma certificação Microsoft antes. Além disso, você já teria na ponta da língua a resposta para quando te perguntarem o que você está fazendo desde que saiu do emprego.
  3. Saiba como anda o mercado: Qualquer pessoa tende a se acomodar quando está em uma empresa achando que nada vai atingi-la. Logo, quando sai, ela acaba não tendo noção alguma de como anda o mercado para a área dela. Se informe lendo revistas, conversando com pessoas e olhando sites de emprego sobre sua área. Isso pode ser bom para um planejamento tanto de salário (caso estejam pagando mais em outros lugares) quanto de mudança de carreira (caso sua profissão está se extinguindo, como programadores COBOL).
  4. Pratique networking: Agora é uma boa oportunidade para ir a eventos e entrar em contato com seus amigos para jogar conversa fora. No caso dos eventos, é importante que eles estejam relacionados ou que complementem a sua profissão. Não me vejo como programador indo a um evento de fazendeiros, por exemplo, e sim a um de negócios ou de marketing. Um detalhe aqui: Na minha humilde opinião, o melhor networking é aquele onde as pessoas se esforçam para criar vínculos. Uma vez fui a um evento de networking onde um cara chegou para conversar comigo e ficou falando de como a empresa dele presta bons serviços. Sinceramente, a única coisa que eu me lembro dele é que ele parece o Salsicha do filme Scooby Doo. E da empresa? Ah, é a empresa do Salsicha...
  5. Cuide de sua saúde física e mental: Eu sei que é complicado de se pensar em diversão já que é normal ficar deprimido e/ou estressado quando se está desempregado. Só que esse pode ser um momento muito bom para se passear com os filhos ou com o cachorro, começar uma atividade física (andar, correr...), fazer os exames médicos que você nunca teve tempo de fazer, jogar videogame... Enfim, faça coisas que você não está acostumado a fazer para poder tirar um pouco o foco do momento ruim.

Tomando essas medidas você com certeza vai conseguir melhorar sua qualidade de vida, seu currículo e conhecer pessoas. Tudo o que você precisa para conseguir um emprego melhor do que o que você tinha. Além do mais, nenhum head-hunter gosta de ver a pessoa chegando desmotivada para uma entrevista.

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Como melhorar seu curriculo tirando uma certificação Microsoft?

Não é tão difícil quanto parece! Você só precisa se organizar e estudar!

Posted in Carreira, Dicas

Eu tinha 17 anos quando ouvi pela primeira vez sobre as certificações Microsoft. Comecei a pensar imediatamente em tirar alguma mas vi que não poderia por 2 motivos: 1) Eu não falava inglês; 2) Eu não sabia por onde começar a estudar. Com o passar dos anos comecei a me dedicar mais ao inglês e, finalmente, consegui me organizar pra poder estudar e tirar minhas certificações.

Como o nome já diz, uma certificação existe para certificar o seu conhecimento em determinado assunto. No caso das certificações da Microsoft existe um pré-conceito de que a pessoa que a possui só fez a prova porque conseguiu os chamados brain dumps. É fato que muita gente usa esse artifício. Não querendo criticar quem o faz mas a gente tem que entrar num acordo aqui: Isso faz com que a pessoa seja um bom profissional? Digo isso porque tirar qualquer certificação da Microsoft (desde que seja da tua área) não é tão complicado quanto parece. Por isso vou listar aqui alguns pontos importantes para que você possa alcançar a sua certificação.

Organize o material

O site da Microsoft tem a lista de tudo o que pode cair na prova de certificação que você quer fazer (por exemplo a 70-515 - TS: Web Applications Development). Com isso em mãos colete todo o material necessário para seus estudos: Baixe PDFs, compre livros, salve as páginas com material relevante que você encontrar... Tudo é válido. Tenha sempre em mãos o material de estudo para não perder tempo procurando as coisas entre um tópico e outro. Mas caso precise procurar algo complementar durante a leitura evite perder muito tempo, ainda mais se estiver lendo algum site. Abrir outra aba do navegador é um convite ao ócio.

Organize seu tempo

Você não tem tempo pra nada. Pelo menos é o que você sempre diz quando aparece algo interessante pra fazer. Na verdade o problema é a dificuldade das pessoas de abrir mão de algumas coisas em prol delas mesmas e não perceber tempo mal usado em alguns momentos. Por exemplo: Por que não aproveitar os 30 minutos de ônibus até o trabalho para estudar? Ou aquele tempo na fila do banco? Ou a ida ao médico? Ou, o mais óbvio, o final de semana que você sairia pra balada...

Tenha foco

Uma vez que você finalmente conseguiu tempo para seus estudos na tua agenda é hora de pegar o material já previamente organizado e colocar a mão na massa. É bom lembrar: Pode acontecer de você conseguir fim de semana livre para estudar e chega algum amigo pra te chamar para aquele programa irrecusável. Isso é bem chato de fazer mas você tem que tomar uma decisão: Ir na praia com os amigos ou valorizar o currículo. Tenha em mente que uma certificação pode significar um aumento de salário dependendo da empresa. Ou facilitar a entrada em uma empresa melhor. Colocando isso na equação fica muito mais fácil de se decidir algo.

Pratique, pratique, pratique

Isso não é novidade mas vale lembrar: Sempre dê um jeito de praticar o que você está estudando. Você só sabe hoje que 2 + 2 = 4 porque ficou praticando isso quando era pequeno. Quando eu comecei a estudar para as minhas certificações comecei a montar este blog para poder estudar ASP.NET MVC (que alias é um otimo exemplo de como colocar a mão na massa). Fiz o desenvolvimento dele seguindo tudo o que aprendi. Obviamente os problemas foram aparecendo e eu fui correndo atrás das soluções. Só fiz a prova quando percebi que tinha coberto todo o cronograma de estudos. Como resultado eu passei com 100%. Foi mágico? Não, foi prática.

Conclusão

Parece complicado a primeira vista mas, como falei, não é. As provas são de múltipla escolha e, as vezes, uma lá na frente pode responder uma questão lá atrás. Por isso é bom ler a prova antes de fazê-la. Outra coisa é que se você vai bem preparado para a prova não vai perder tanto tempo pensando nas respostas. Elas são óbvias e muitas delas você vai saber de bate-pronto. Existem pegadinhas? Sim, várias. Mas é só se preparar bem.

Lhe garanto que certificação no currículo chama atenção dos empregadores, além de fazer com que você se destaque na multidão.

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